Movimento Maker: Como implementar dentro da escola

Você já conhece o conceito de “Maker Movement”? Neste caso, se levarmos ao pé da letra e traduzirmos para o português, temos como significado “movimento do criador“. Mas, no Brasil o chamamos de “movimento maker“, buscando um sentido nas expressões “colocar a mão na massa” e “faça você mesmo”. O intuito é dar oportunidade a qualquer pessoa de construir, fabricar, modificar e até concertar qualquer tipo de coisa.

O modelo vem sendo empregado em escolas dos Estados Unidos desde 2005, a partir do lançamento da revista Make Magazine. Já no Brasil o sucesso é recente mas vem crescendo sucessivamente, principalmente quando se busca empreendedorismo no ensino. Com isso, algumas escolas brasileiras já estão trazendo o movimento maker para dentro da sala de aula, modificando o modo de ensino teórico e levando a prática aos alunos.

Movimento Maker nas escolas

Com base nos termos citados acima, o espaço maker é um lugar dentro das escolas destinado ao desenvolvimento de competências e habilidades dos estudantes. Portanto, para a criação deste ambiente é necessário um bom investimento, como, computadores, impressoras, tablets, entre outros. Mas, é possível criá-lo com um menor capital. Para isso, aposte na criatividade! Afinal, quem nunca fez um papel virar um aviãozinho?

Separamos uma lista de equipamentos possíveis:

  • Blocos de montar;
  • Estilete;
  • Ferro de solda;
  • Fresadora de precisão;
  • Display LCD;
  • Leds;
  • Motores;
  • Conectores;

Para mais ideias de equipamentos com baixo custo, você pode acessar o ScopaBits e o LittleBits. Após ter seu espaço maker, separe um tempo semanal, leve os alunos até este espaço e utilize sua criatividade. A partir disso, você pode elaborar temas para as criações ou deixá-los livres, apostando na engenhosidade do aluno.

 

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