Dica de livro: A mentalidade do fundador

O livro A mentalidade do fundador: A chave para sua empresa enfrentar as crises e continuar vencendo é a nossa dica da semana. 

Nunca foi tão imperativo para empresários e empreendedores, lerem sobre crises e como superá-las. Afinal, vivemos um momento delicado, em que saber gerir com sobriedade e sem desespero é fundamental. No mercado editorial, existem inúmeros títulos que podem ajudar e elucidar o melhor caminho para sair de uma situação complicada. A EnsinE, indica o livro, “A mentalidade do fundador: A chave para sua empresa enfrentar as crises e continuar vencendo”. 

A maioria dos executivos administra suas empresas como se a solução para esse problema residisse no ambiente externo: encontrar um mercado atraente, formular a estratégia certa, ganhar novos clientes. Mas quando Chris Zook e James Allen, autores best-sellers de Lucro a partir do core business, debruçaram-se sobre essa questão, descobriram que, quando as empresas não conseguem atingir suas metas de crescimento, em 90% dos casos as razões são internas – distanciamento da linha de frente, erosão da accountability, proliferação de processos e burocracias, para citar apenas algumas.

Além disso, as companhias vivenciam um conjunto de crises internas previsíveis, em fases previsíveis, à medida que crescem. Mesmo para empresas saudáveis, essas crises, se não forem geridas de modo adequado, sufocam sua capacidade de crescer ainda mais e podem levar efetivamente ao declínio. A chave da pesquisa de Zook e Allen é que, para gerenciar esses pontos de estrangulamento, é preciso ter a “mentalidade do fundador” – comportamento tipicamente incorporado por um arrojado e ambicioso fundador –, a fim de restaurar a velocidade, o foco e a conexão com os clientes: Uma clara missão insurgente; uma inequívoca cabeça de dono e uma implacável obsessão com a linha de frente.

Com base em estudos de uma década abordando empresas em mais de quarenta países, A mentalidade do fundador demonstra a forte relação entre esses três traços em empresas de todos os tipos – não apenas start-ups –, e sua capacidade de sustentar o desempenho. Por meio de ricas análises e exemplos inspiradores, este livro mostra como qualquer líder – e não apenas um fundador – pode incutir e fomentar uma mentalidade de fundador em toda a sua organização e encontrar um crescimento rentável duradouro.

Você consegue comprar o livro em duas versões: capa comum e Kindle.

Vale a leitura!

Porque ser empreendedor?

Apesar de não ser nada fácil, abrir o seu próprio negócio permite que você possa trabalhar o resto da vida com o que deseja e viver de acordo com as suas regras. Além disso, é uma oportunidade de transmitir os seus valores através de um serviço ou produto e gerar emprego e renda. A autonomia e a liberdade de decisão são almejadas por muitos que têm como objetivo de vida empreender, entretanto, o medo pode ser um grande empecilho para colocar esse sonho na prática e muitos acabam desistindo. Para contornar essa situação, existe uma solução muito simples: os livros! Afinal, este é o melhor meio de obter conhecimento e de se preparar para o futuro!

Apresentamos, a seguir, 10 percepções listadas pelo presidente da empresa Terra Forum Consultores, Dr. José Cláudio Terra, que mostram o verdadeiro perfil de um super-empreendedor.

1.Empreendedores são capazes de lidar tanto com risco quanto com incertezas
Embora risco e incerteza possam parecer a mesma coisa para muitas pessoas, elas são coisas bem distintas. Tanto é assim, que as empresas de seguro estão dispostas a vender seguros contra roubo, incêndio ou mesmo morte, mas não contra fracasso no lançamento de um produto, de um negócio ou de uma parceria.

2.O trabalho não é necessariamente um meio. Ele pode ser o fim em si mesmo
O sucesso é ótimo, e as benesses que carrega consigo, bem-vindas. Mas, os empreendedores mal têm tempo de se preocupar com isso. Eles podem se arriscar, se entusiasmar e serem maltratados pelo próprio empreendimento, seja ele cultural, artístico, social ou comercial que, ainda assim, se mantém motivados.

3.Empreendedores coordenam os recursos econômicos e os mercados
Empreendedores são grande brokers de informação. E esse papel é exercido por meio de uma coordenação efetiva e geradora de progresso e riqueza das habilidades de convencimento, negociação e inspiração que caracterizam os empreendedores em maior ou menor grau.

4.Empreendedores trabalham com vários tipos de conhecimento
Os empreendedores têm um tipo especial de conhecimento. Sabemos mais dos resultados do que dos processos associados ao empreendedorismo. Mas, mais do que trabalhar com seus próprios conhecimentos, empreendedores têm a enorme capacidade de ouvir, aprender, selecionar conhecimentos de outros e, em alguns casos, estimular a colaboração e o aprendizado coletivo de várias pessoas.

5.Empreendedores não acreditam em linhas retas e matam um leão por dia
Os empreendedores, embora pensem grande, sabem que têm que “matar um leão por dia”. Isso não quer dizer que eles não consigam ter uma visão de longo prazo. O que acontece é que eles sabem que o futuro se constrói todos os dias. Diariamente, há muita oportunidade de aprendizado, de inovação e de motivação de outras pessoas em prol de uma visão compartilhada.

6.Empreendedores não acreditam em sorte; sabem que há muitas oportunidades
A característica fundamental dos empreendedores é o otimismo contagiante daqueles que sabem ter a sorte ao seu lado. Mas a sorte dos empreendedores não é a sorte que muitos imaginam. É a sorte de mentes preparadas para mais do que detectar oportunidades. É a sorte para detectar e agir quando as oportunidades aparecem.

7.Empreendedores são, por incrível que pareça, realistas. O maior risco é achar que nada vai mudar.
Muitos dizem que os empreendedores são pessoas dispostas a assumir riscos. Sim, isso é verdade. Mas é verdade também que os empreendedores sabem que o maior risco é achar que nada vai mudar.

8.Empreendedores são resilientes e persistentes
Para se conhecer realmente uma pessoa é importante ver como estas reagem frente ao fracasso e as derrotas – é quando muitos querem matar seus sonhos. A reação quando tudo está bem é mais óbvia. É a resiliência e a persistência dos grandes empreendedores que os distingue. Empreendedores para valer se recuperam e mantém a energia e o foco na busca das soluções, da visão e dos resultados concretos.

9.Empreendedores trabalham com redes
Empreendedores constroem relacionamentos de maneira sistemática. Eles sabem de maneira intuitiva que não são alguns poucos relacionamentos muito fortes que lhes servirão como base de apoio para enfrentar as intempéries e os desafios do ambiente. Ao longo de suas vidas, eles acumulam relacionamentos construtivos com vários tipos de pessoas, formando redes saudáveis.

10.Empreendedores valorizam a ação e o aprendizado aplicado
Os empreendedores sabem que fazer apenas aquilo que já se sabe significa estagnar. Para aprender, é preciso criar uma tensão permanente entre o conhecimento prévio e o que se necessita. Assim, acerta-se às vezes, erra-se em outras oportunidades. Importante, porém, é que, agindo dessa maneira, a evolução está garantida.

 

 Entenda a importância de um plano de negócio

por Frederico Ferreira

Em tempos de crise econômica e cenários pessimistas, a qualidade de um plano de negócio pode ser um fator importante para a reconstituição do mercado.

Bons planos não só podem evitar desperdícios ou fechamentos precoces de empresas, mas também atrair novos investimentos, descobrir novos nichos de mercado, analisar novas possibilidades e, principalmente, ajudar os empreendedores e dirigentes a tomar as melhores decisões nestes tempos difíceis. Acontece que, para elaborar um bom plano de negócio não se faz necessário apenas uma boa metodologia, um bom treinamento ou uma boa ferramenta tecnológica de apoio. Há de se ter experiência na sua elaboração, uma boa compreensão do negócio e do mercado de atuação. Sem isso, o plano fica sem alma, sem respostas!

Falando nisso, as principais respostas que um plano de qualidade tem como obrigação de responder, por exemplo, é: A oportunidade é atrativa e realista? As projeções de mercado e financeira demonstram que a equipe responsável em executá-lo entende do negócio? O retorno previsto de um investimento será satisfatório para investidores e acionistas? As idéias e estratégias contidas nele serão aceitas pelo mercado? O modelo de negócio tem possibilidades de existir por alguns anos? Porque somos diferentes?

O que vemos por aí são planos sem respostas convincentes, fantasiosas e por muitas vezes mentirosas. O investimento, no Brasil, só não é maior muito por conta disso.  Costumo dizer para as pessoas que solicitam meus serviços que o que falta para o Brasil não é capital para novos investimentos, mas bons projetos delineados em um bom plano. A prova disso são alguns números publicados em uma pesquisa com investidores de risco no país.  Dos planos recebidos por estes, eles deram uma nota média de 4 (de 0 – 10). Mas, o pior que, segundo estes investidores, apenas 9% dos planos recebidos são considerados bons ou ótimos.  60% são rejeitados depois de uma análise de 20 a 30 minutos. E apenas 1% recebe investimentos diretos (Fonte: Sebrae).

Temos que, então, trabalhar e colaborar para esta melhora. Melhores planos tem um significado macro e não só micro-econômico. Para que sua empresa ou sua ideia possa ter um aumento na sobrevida, faça um plano profissional! Para que o país continue crescendo e recebendo investimentos estrangeiros diretos, gerando novas ideias, novos empregos e entrando de vez no rumo do desenvolvimento, faça um plano profissional e de qualidade.

 

 

 

 

 

 

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