Conheça o aplicativo de transporte só para mulheres

A história da Uber começou lá em 2009, quando dois americanos passeando por Paris encontraram dificuldades para encontrar um táxi. De lá pra cá, o app já está presente em 600 cidades, conta com 75 milhões de usuários, 3 milhões de motoristas parceiros e realiza cerca de 15 milhões de viagens por dia. Atualmente, a empresa é considerada uma das mais bem sucedidas do mercado e isso abriu caminho para iniciativas inovadoras, como a das juiz-foranas, Mayara Soldati e Lana Maini Miranda.

As duas sócias criaram o aplicativo, “Carona delas para elas”, a ideia é oferecer transporte para mulheres sempre com motoristas do sexo feminino. As empresárias são categóricas quando afirmam que a ideia surgiu de uma necessidade real. “Eu e minha sócia passamos por um assédio em um carro de aplicativo e ficamos péssimas com isso. Depois de conversar com muitas mulheres vimos que não estávamos sozinhas e decidimos criar o aplicativo”, afirma Mayara.

As sócias Lana e Mayara transformaram um problema em negócio

O app funciona de forma muito parecida aos aplicativos já presentes no mercado, como o próprio Uber e o 99. Basta você baixá-lo, disponível tanto em IOS quanto Android, e começar a usar. Mayara ainda salienta alguns diferenciais em relação ao serviço prestado.

“Com o nosso aplicativo, você pega carona com segurança, empatia e sororidade. Além disso, temos que destacar a vantagem financeira, como não temos tarifa dinâmica, nossos valores são mais acessíveis”, garante Mayara. Mais um empreendimento criativo que surge em Juiz de Fora. Têm vontade de criar seu próprio negócio ou implementar inovação no seu trabalho? A EnsinE te dá as ferramentas. Acesse: ensin-e.edu.br

As mulheres empreendem por necessidade e a maioria não têm sócios, de acordo com o Sebrae. O desejo de ser independente e uma nova alternativa de fonte de renda são preponderantes para a maioria das mulheres microempreendedoras (MEI). No Brasil, 24 milhões de mulheres empreendem no Brasil, em comparação a 28 milhões de homens.

Não raramente, elas se tornam a principal fonte de renda da casa — nos últimos dois anos, este número subiu de 38% para 45%. As empreendedoras brasileiras possuem um nível de escolaridade 16% superior aos homens, mas ganham 22% menos do que os empresários.

De acordo com o site, Rede Mulher Empreendedora, algumas dicas são válidas para quem quer começar a empreender:

  • Comece trabalhando com algo que goste e que conheça bem;
  • Evite gastos desnecessários;
  • Caso trabalhe em casa, defina seu horário e seu espaço;
  • Estude marketing digital e o uso de redes sociais para divulgação de seu negócio;
  • Procure informações sobre seu negócio em sua região e como a concorrência trabalha. Assim, você pode definir corretamente seu preço;
  • Faça um plano de negócios;
  • Procure informações em locais sérios que promovam seu crescimento, como o SEBRAE;
  • Entre em contato com empresas que oferecem a troca de experiências com outros empreendedores como RME, Aliança Empreendedora, Escola Brilhante e tantas mais.

Veja os ramos da economia brasileira onde o empreendedorismo feminino tem grande participação:

  • setor de beleza e estética é um dos mais procurados pelas empreendedoras. Segundo a pesquisa do Ipea, 14,3% das mulheres que buscam empreender buscam esse segmento para investir. Enquanto isso, apenas 3,3% dos homens optam por investir nessa área;
  • Outro ramo de participação das mulheres é o do varejo em vestuário, com a presença de 12% das mulheres empreendedoras do Brasil. Já os homens nesse setor correspondem apenas 3,1%.

 

 

 

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