A ascensão descontrolada da doença conhecida como obesidade em todo mundo tem chamado a atenção por encontrar-se em contínuo e descontrolado crescimento. Segundo a OMS, na atualidade, mais de 6,7 milhões brasileiros somam-se às mais de 1 de bilhão de pessoas obesas em todo mundo. Os estudos acendem um alerta quando estimam que no ano de 2025 o número terá ultrapassado dos 2,3 bilhões de pessoas obesas no mundo. Como muitas pessoas com obesidade mórbida apresentam dificuldades, por diversos motivos, em perder peso por meios não cirúrgicos, a cirurgia bariátrica tem se mostrado eficaz para este fim e tem ganhado popularidade entre os portadores da doença por auxiliar na perda de peso, na diminuição das consequências que resultam das comorbidades advindas da doença e na obtenção da qualidade de vida. Neste sentido, o presente trabalho busca evidenciar se o exercício físico1 regular, realizado de forma moderada a intensa, e/ou, treinamento de força resistida, pode potencializar os resultados da cirurgia no pós-operatório, no que diz respeito a qualidade de vida, redução das comorbidades, perda ou manutenção de peso e diminuição de Índice de Massa Corporal (IMC). O estudo foi realizado através da revisão da literatura publicada nos últimos 10 anos, tendo as buscas sido realizadas no PubMed e Scielo, utilizando descritores como: “exercício físico”, “cirurgia bariátrica”, “obesidade”, “qualidade de vida”, entre outros, a fim de buscar uma maior compreensão do assunto.
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