A postura do professor dentro da sala de aula

Veja como a tecnologia aparece como uma aliada no âmbito acadêmico, auxiliando na aprendizagem do aluno.

Com os avanços da tecnologia, o conhecimento está cada vez mais ao alcance de todos. Os alunos possuem, desde cedo, o acesso à internet na palma da mão, conectando-os a um vasto conteúdo a qualquer momento e com rápida velocidade. Com isso, a postura do professor dentro da sala de aula deve possuir um diferencial atrativo para que prenda a atenção dos alunos.

Para isso, Júlio Furtado, Mestre em Educação pela UFRJ, Doutor em Ciências da Educação e Professor da Pós Graduação de Gestão Pedagógica da Ensin.E,  orienta entender como funciona a cabeça do aluno a partir das inovações tecnológicas e como utilizá-las nas aulas: “Neste sentido, acho que os games podem nos ajudar muito. Já existe até um grupo de metodologias ativas que estão indo para esse caminho, o qual acho muito interessante. Ele nos diz muito sobre a maneira de funcionar da mentalidade da criança”, afirma.

Gamificação

A “gamificação” é um conceito recente que serve principalmente para ajudar a resolver problemas no âmbito acadêmico, tornando conteúdos complexos mais acessíveis. As mecânicas e dinâmicas encontradas nos jogos digitais também podem ser usadas para auxiliar no desenvolvimento e nas habilidades dos alunos no mundo real. De tal forma, os docentes de instituições tanto particulares como públicas estão aderindo a esses formatos de ensino diversificado, conseguindo manter os alunos mais atentos e participativos.

Conforme a coordenadora e professora Heloísa Delage, a gamificação também objetiva capturar a atenção dos alunos, estimulando não apenas o desenvolvimento cognitivo, mas também as competências socioemocionais: “Neste modelo, os estudantes são incentivados a participarem de forma ativa do processo de aprendizagem,  tornando o aluno protagonista da sua aprendizagem”, explica.

Ainda segundo o Professor Júlio Furtado, para um docente desenvolver suas competências nos meios digitais e eletrônicos, ele deve navegar e se apropriar dos mesmos. Dessa forma, ele propõe “explorar o potencial pedagógico que elas têm” aproveitando as experiências do próprio aluno, que podem “nos ajudar a contextualizar determinada tecnologia dentro da sala de aula”. Ou seja, é sugerido que sejam realizadas tarefas que os alunos já estejam familiarizados, conquistando maior engajamento da turma durante as aulas.

 

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